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sábado, 3 de agosto de 2013

Rodrigo Mora e Franco Jara poderiam ser opções?

Estou convencido de que Rodrigo Mora tem qualidade para jogar no Benfica. Um avançado com boa qualidade técnica, rápido e com um bom sentido de baliza. Se a ideia após a saída de Cardozo, fosse rentabilizar o que temos dentro dos quadros, então Mora seria uma opção a considerar. Nunca teve uma real oportunidade no Benfica desde que veio do Uruguai e quem não se lembra dos 3 golos marcados ao Gil Vicente na pré-temporada da época anterior em 45 minutos, para depois deixar de ser opção e ser emprestado ao River Plate. Fica por entender esta aquisição, ainda que a custo "zero" se a ideia nunca foi o treinador contar com ele, mas isso são outros quinhentos.

Franco Jara chegou ao clube vindo do Arsenal de Sarandí, a mesma equipa de onde veio Lisandro López. Não se pode dizer que tenha sido um jogador barato, mas na sua primeira época de águia ao peito realizou uma época que tem que ser considerada positiva. Em 45 jogos pelo Benfica, marcou 11 golos, realizando algumas boas exibições, actuando inclusive em alguma ocasiões pelos flancos, principalmente depois das lesões de Gaitán e Salvio na altura. Esperava-se que na segunda temporada de Benfica, pudesse elevar os seus patamares exibicionais e provar o seu valor. Mas espante-se... fez 2 jogos e foi emprestado. Deixou de ser opção muito rapidamente e ultrapassado no plantel por outros jogadores. Um pouco incompreensível, dado que o jogador até tinha deixado algumas boas indicações.

Todos sabemos que Jesus não conta com estes dois jogadores pelo que este post torna-se mera retórica. E sabendo disso, penso que deverá chegar mais um avançado que possa ombrear com Lima e Rodrigo. Acho neste momento, um risco, atacar-se uma época só com Lima e Rodrigo. Não desdenharia um possível reforço nesse sector, desde que claro está, fosse uma mais valia evidente.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Habemus Cardozo ou não?



Até quando teremos que esperar para a resolução deste caso?


Ou Vieira aceita o que os turcos têm para oferecer, ou então reintegra o jogador no plantel.

Simples.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

E a alternativa a Matic onde anda?

O plantel ainda não pode estar fechado. Existem ainda carências que não devem ser subestimadas na sua importância. A baliza mostra ser um dos pontos fracos, podendo e devendo ir o Benfica ao mercado em busca de melhor, mas continua por definir a alternativa a Matic. Seria prudente contratar um jogador que oferecesse qualidade à equipa quando por esta ou por aquela razão, o sérvio não puder jogar. Poderia falar de André Almeida ou Amorim como soluções, mas penso ser curto para o que precisamos. Almeida porque foi perdendo as rotinas da posição e está ainda por provar que possa fazer com qualidade esse lugar. Amorim, porque apesar da boa circulação de bola que consegue fazer, não penso que tenha as características necessárias para a posição. Amorim é um médio centro que gosta de jogar com as costas protegidas. O seu futebol não é um futebol de constantes buscas atrás da bola, não me oference totais garantias. Por isso acho importante olhar para o mercado e encontrar uma solução que resolva este problema. Se vamos tapar o buraco com remendos, a coisa pode correr bem ocasionalmente, mas se por algum inconveniente do destino esses remendos têm que jogar com regularidade, a diferença na equipa vai fazer-se sentir. Porque é uma das posições fulcrais do esquema de Jesus, uma das bases que faz girar a equipa. Atenção...

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Vieira: "Obras" versus Títulos

O reinado de Vieira vai longo e é comum dizer-se entre os benfiquistas que quando este chegou ao clube tínhamos as pedras da calçada. Ou que foi ele que nos salvou das garras de Vale e Azevedo, quando foi Vilarinho que o fez. Aliás o fantasma Vale e Azevedo é um argumento muitas vezes utilizado para defender a permanência do actual presidente. A verdade é que a presidência de Vieira tem-se divido entre duas coisas: as "obras" feitas e a falta de títulos relevantes no que toca ao futebol.

No que toca às "obras", foi sobre a sua tutela que se acabou o novo estádio da Luz, mas não foi ele que iniciou esse projecto. Uma obra relevante e que nos orgulha a todos, mas que apesar de merecer elogios, não é nada de outro mundo, quando os nossos dois outros rivais, também tiveram estádios novos. A construção do centro de estágio do Seixal, foi de facto uma grande iniciativa por parte de Vieira. O clube, nomeadamente a sua direcção técnica e jogadores, deixaram de ter a casa às costas e passaram a ter um local privilegiado onde podem treinar e onde a formação pode ser potenciada. Um grande mérito e algo que efectivamente nos faltava. A Benfica TV foi uma plataforma que permitiu ao clube estar mais perto dos sócios, uma acção inédita em Portugal e que nos dias de hoje nos permite a transmissão dos jogos do clube em casa, bem como a transmissão de outros campeonatos como o inglês ou brasileiro. Por outras palavras, significou o rompimento com a Olivedesportos, algo a que os benfiquistas a muito ansiavam. O acompanhamento das modalidades passou também a ser possível para os adeptos que não podem ter acesso aos jogos em Lisboa. A fundação Benfica, foi um projecto bem pensado e que valoriza alguns dos lemas deste clube. Não esquecer quem nos fez bem e ajudar quem mais necessita. E por fim o museu Cosme Damião, é uma "obra" que engrandece a nossa história, um espaço que faltava para que os benfiquistas e não só tivessem a possibilidade de revisitar a história do clube. Tudo isto merece o meu elogio e tudo isto são pontos positivos na era Vieira, pontos a favor no seu reinado.

Mas a nível desportivo, as coisas são muito diferentes. Desde que chegou ao clube, Vieira fez muitas promessas e poucas foram cumpridas. "Teremos a coluna vertebral do futuro campeão europeu", "o Benfica será mais forte que o Real Madrid", "ninguém terá tanto sucesso em Portugal como o Benfica", "se não chegar aos 300 mil sócios em 2008, demito-me", são alguns dos exemplos, mas muitos mais poderiam ser evocados. O que se tem visto sobre a gestão de Vieira é um Benfica completamente desorganizado desportivamente, orfão de um planeamento que permita ao clube ter sucesso. Entrada excessiva de jogadores todos os anos, estratégias erradas durante todas as épocas no que toca a combater os constantes ataques de que somos alvos, inúmeras reorganizações internas que produzem poucos resultados, apoios a figuras ligadas ao sistema, como Fernando Gomes ou Valentim Loureiro. O Benfica com excepção dos 2 campeonatos ganhos em 11 anos, tem sido um barco à deriva e tem perdido terreno época após época para o rival do norte. As constantes desculpabilizações dos insucessos, a falta de exigência reinante entre os sócios, o pensar-se o clube mais como uma empresa do que como um clube desportivo, explicam isso, mas é preciso dizê-lo com todas as letras. A principal causa para a falta de títulos relevantes (abro um parêntesis para falar do sistema que existe, mas que é uma sombra que nós mesmos nos encarregamos de alimentar, por vezes), tem sido a incompetência a todos os níveis. E essa incompetência, essa falta de títulos é disfarçada por aquilo que comecei a falar, as "obras" de Vieira. Poderá separar-se uma coisa da outra?

Eu avalio as coisas globalmente. Eu sou o tipo de sócio que dá importância ao que de bom vai sendo feito em termos de espólio benfiquista, mas que acima de tudo, dá importância a uma coisa: títulos. Consigo observar o que de bom foi feito, mas salta-me à vista aquilo que poderíamos ter sido se fossemos um clube bem gerido desportivamente. E aí meus caros amigos, sabe-me a pouco. Aí Vieira não tem nocão do que está a fazer e é tempo dos sócios pararem de o avaliar apenas por aquilo que tem sido feito, vamos dizer, fora de campo. É tempo dos sócios avaliarem o seu presidente por aquilo que ele não tem sido capaz de fazer no que toca a tornar o Benfica um clube ainda mais forte. E um grande clube, torna-se mais forte, deixa marcas para as gerações futuras se viver de conquistas. É assim que se constroi e se mantém a mística de um clube. É tempo de parar com os fantasmas do passado, de parar de pensar que a melhor solução possível para o Benfica é Vieira. É tempo de abrir os horizontes, avaliar o bom e o mau e tirar uma conclusão por ambas as coisas. Não apenas relevar o bom e esquecer o mau. E aí, Vieira a meu ver, deixa a desejar. Porque no dia, e chegamos já a esse dia, em que os benfiquistas se contentam por estarem na luta, por estarem nas decisões, é o dia onde algo terá que ser feito para se mudar a mentalidade. Ao Benfica só existe um destino, vencer. E quando vence, não dormir à sombra da bananeira sobre o êxito alcançado. E quando não vence, não atirar as culpas para os outros, quando é dentro de portas que temos que primeiro fazer a diferença.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Sidnei ainda vai a tempo?



Duvido. Perdi quase todas as esperanças em relação a este jogador. Reconheço-lhe grandes qualidades a nível futebolístico, mas a sua mentalidade competitiva não é aquela que é exigível para a alta competição. No entanto o Benfica resolveu um problema, para já, com este empréstimo ao Espanhol de Barcelona, resta esperar que o jogador aproveite esta nova oportunidade e consiga relançar a sua carreira, por mais improvável que isso me possa parecer. É triste perceber que um jogador que tem tanto potencial para fazer uma boa carreira, deixe isso passar ao lado em detrimento de coisas que podiam ser facilmente resolvidas. Será que ainda vai a tempo? Agenciado por Jorge Mendes, Sidnei ganha nova chance para mostrar o seu valor. E se isso acontecesse, ganharia o Benfica mais uma opção para a defesa.

O fim anunciado de Melgarejo

Melgarejo depois de ter sido uma aposta pessoal de Jorge Jesus para a lateral esquerda, está perto de deixar o clube e rumar a outras paragens, em princípio num empréstimo com opção de conta. Já o referi aqui o que pensava da sua adaptação, mas o que é certo é que a saída do paraguaio levanta uma outra questão: Quem será a alternativa a Bruno Cortez? Luisinho, está visto que não entra nos planos e bem. Restam Sílvio ou André Almeida. Estará o Benfica bem servido para a lateral esquerda? A não ser que chegue mais alguém, o que acho improvável, penso que temos continuamos com um problema nesta posição. Embora tenha que dizer que Bruno Cortez tem qualidade suficiente para se impor. O problema é se por esta ou aquela razão não possa jogar... avança Sílvio, mostra a tua polivalência...

segunda-feira, 29 de julho de 2013

A contratação de Pizzi




Ou a não contratação, como se queira designar. Ficamos a saber pelo Atlético de Madrid que o seu passe foi vendido ao Benfica, não anunciando os valores, mas englobado na transferência de Roberto. Roberto? Roberto, sim... Roberto pelos vistos ainda era jogador do Benfica... mas a 3 de Agosto de 2011 o clube anunciou à CMVM a transferência dos direitos desportivos de Roberto ao Saragoça e a totalidade dos direitos económicos a outra sociedade... mas que grande confusão que para aqui vai... um negócio às claras! Voltando a Pizzi, a cedência será o passo a seguir. O seu ingresso imediato no Benfica só faria sentido se Salvio ou Gaitán saíssem, o que não me parece que vá acontecer, pelo que rodar ao que tudo indica um ano na liga espanhola, será bom quer para o clube, quer para o jogador. Curioso é que até ao momento em que escrevi este post (22 horas do dia 28 de Julho de 2013) o Benfica nem uma palavra a nível oficial tenha dado sobre o jogador Pizzi. Tudo o que ficamos a conhecer veio do clube, vamos dizer assim, vendedor.

domingo, 28 de julho de 2013

Até sempre Fernando Martins



Partiu Fernando Martins, antigo presidente do Sport Lisboa e Benfica entre 1981 e 1987. Para a história fica conhecido como aquele que mandou fechar o antigo terceiro anel do Estádio da Luz. Sagrou-se bicampeão português de futebol, em 1982/1983 e 1983/1984, sob o comando do treinador sueco Sven-Goran Eriksson, e conquistou três Taças de Portugal (1982/1983, 1984/1985, 1985/1986) e uma Supertaça portuguesa, em 1984/1985. O Benfica Ad Aeternum, endereça as condolências aos seus familiares e amigos. Quem marcou este clube de alguma maneira, jamais será esquecido.

P.S. No entanto a sua amizade por demais conhecida com Pinto da Costa e a defesa pública que fez a este aquando do Apito Dourado, deixam-me um amargo de boca. Mas não vai ser agora que vou falar disto. Paz à sua alma.

Artur continua a demonstrar insegurança...



O Benfica parte para a nova época com um problema na baliza. Depois do que assistimos na temporada passada, o que vemos nesta pré-época é mais do mesmo. Um guardião inseguro, intranquilo e que não transmite a segurança necessária à equipa. Com o caso Oblak a decorrer, torna-se evidente que a baliza pode tornar-se um problema sério, embora esteja mais do que visto que Jesus deposita toda a sua confiança em Artur. Artur, temo dizer, não está à altura das exigências de um clube como o Benfica. A primeira época foi um oásis e o que temos visto é mais perto da sua real mais valia. Um guarda redes que nunca se impôs na Europa em nenhuma equipa, com excepção do Braga, quando Felipe partiu para o Brasil, será sempre um guarda redes que deixaria muitas dúvidas. O que fazer agora? Dar-lhe confiança e esperar que suba o seu rendimento ou ir ao mercado e contratar um jogador com créditos firmados (já que aposta em Oblak não acontecerá)? A resposta para mim é óbvia. É um dos pontos fracos do plantel e um problema que precisa ser solucionado, antes que seja tarde demais e volte a custar-nos pontos ou troféus...