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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

E o presidente dar a cara?



São nestes momentos, nas alturas mais difíceis que os dirigentes máximos de cada clube têm que vir para a opinião pública e serenar de alguma forma os seus adeptos. Mas não é isso que vemos no Benfica. O que vemos actualmente no clube é um silêncio absoluto de Luís Filipe Vieira, deixando ainda mais os sócios na expectactiva. Nem uma palavra de conforto, nem uma palavra de esperança, nem uma simples mensagem de alento, nada! Mas quando pelo contrário, a equipa está bem e numa senda de vitórias, a mesma pessoa é a primeira a dar entrevistas e a dar a cara. Isto é tudo o que um presidente de um clube como o Benfica não deve ser. Alguém que apenas aparece quando a maré está a favor, mas que se esconde que nem um rato quando o barco dá sinais de instabilidade. Nada que me surpreenda porém, vindo de quem vem. Quando temos um presidente que não tem a capacidade de retirar a pressão da equipa, pelo menos tentar fazer isso, então está tudo dito sobre a forma como o clube é gerido. Mas há quem goste e que apoie este tipo de atitudes. Aliás, muitos sócios do Benfica acham que têm que estar ao lado de Vieira porque ele  é o presidente, não importando os erros que vão sendo cometidos. Isto não é um fenónemo novo. Não é assim que se defende o clube, não é assim que as coisas vão melhorar. Esta mentalidade precisa mudar rapidamente, sob pena de afundarmos nós próprios ainda mais o clube. Ao que chegamos...

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Vieira e Jesus. O dueto que nos destroi...

A derrota previsível na Madeira, os sinais estavam lá...

...para quem os quisesse ver. Alguém está minimamente surpreendido com o desfecho do jogo nos Barreiros? Era mais do que evidente de que a equipa iria entrar sobre brasas e com uma responsabilidade extra nos ombros. Uma responsabilidade extra que foi criada pela incompetência de quem nos dirige e de quem nos treina. As sucessivas novelas, os sucessivos impasses, desde a renovação de Jesus até à permanência ou não de Cardozo, a má pré-época realizada, tudo junto, resultou numa combinação explosiva que só podia dar mau resultado. Neste clube, proteger os jogadores, dar-lhes condições mínimas para que eles possam jogar dentro da normalidade, é coisa que não nos assiste. O que vemos é precisamente o oposto, coloca-se ainda mais pressão sobre os jogadores, não bastasse a pressão natural de jogar num clube como o Benfica. No fundo, colhemos o que semeamos. Mas uma coisa tem que ser dita... o presidente e quem o acompanha tem muita culpa no cartório. O treinador já mostrou que não tem unhas para tocar esta guitarra. Mas a meu ver, a principal culpa está mesmo na maioria dos sócios que apoia esta mediocridade e que não se revolta com o actual estado de coisas. Gente conformista, letárgica, adormecida num sono profundo. É tempo de acordar. É tempo da exigência voltar ao Benfica!
 
A má preparação do jogo por parte de Jesus
 
A forma como Jesus montou a equipa, é de suspirar aos Deuses, o que fizemos nós para merecer isto. Vários erros foram cometidos. Desde logo a titularidade de Maxi em detrimento de Sílvio. O que a pré-época nos mostrou é que Maxi não estava ainda na forma ideal e que Sílvio estava num patamar de competitividade superior. O que o treinador faz? Aposta no jogador que tem menos condições para render. Continuando... Djuricic, é pensado por Jesus como segundo avançado. O quê? Djuricic é um jogador que tem que jogar no centro do terreno como aquilo a que vulgarmente chamamos de playmaker e apesar de ter feito pouco ou nada de relevante durante o tempo que esteve em campo, não será naquela posição descrita por Jesus de "9,5", que vai demonstrar todo o seu enorme valor. Mas por tudo isto já esperava eu... foi apenas a pontinha do icebergue. O mais grave não foi de todo isso... O que raio lhe passou pela cabeça, para desfazer um dos sectores nucleares da equipa, ou seja, porque é que não entrou para o jogo com Matic e Enzo no meio campo? Em vez disso prefere deslocar Enzo para uma ala e dar a titularidade a Amorim. Erro crasso. Numa equipa que à partida tem as suas fragilidades, desfazer precisamente aquele que é um dos seus pontos mais fortes, é dar armas ao adversário desde o início do jogo. Matic e Enzo têm que jogar, sempre que estiverem bem fisicamente, juntos no centro do terreno. Pensava que isso era mais ou menos óbvio para todos. Mas não foi óbvio para quem treina a equipa. Eu até posso tentar perceber qual era a ideia de Jesus, mas cada vez que o tento fazer, mais chego à conclusão de que ele não tem a mínima ideia, de como tirar o melhor rendimento do plantel que tem à sua disposição! Gestão amadora.
 
Que conclusões têm que ser tiradas de tudo isto?
 
A primeira e mais importante, é que a gestão de Luís Filipe Vieira tem que ser posta em causa. Mais do que isso, o Benfica é um clube que se define como vencedor, mas o actual presidente não interpreta essa definição como deveria. O tempo de Luís Filipe Vieira no Benfica terminou. Precisamos de novas ideias, novos ideais, precisamos de alguém que recoloque o clube de acordo com os valores em que foi fundado. O pensar neste presidente como a única salvação disponível e há muita gente que assim pensa, é uma afronta àqueles que durante décadas fizeram do Benfica aquilo que é hoje em palmarés. Antes de Luís Filipe Vieira chegar ao clube, o Benfica já tinha conquistado, 30 campeonatos. 30! Onze anos depois, somamos apenas mais dois. O que fica na história não é a fundação de televisões ou a construção de um museu. O que fica na história e aquilo que permite conquistar a tão falada mística, são os títulos. E no futebol, esses títulos são quase uma miragem. Para quando julgar Luís Filipe Vieira, por aquilo que não consegue fazer (porque é incompetente ou porque simplesmente está-se a marimbar, escolham vocês) para tornar o Benfica um clube vencedor? Ou será que vamos atirar as culpas apenas para o treinador? É que saindo o treinador, e venha quem vier, o maior problema perdurará. E esse tem um nome bem vincado.
 
Jesus tem que sair...
 
...imediatamente. A sua renovação foi patética. Premiamos um treinador que nada ganhou na última época e que já não tinha condições para continuar no clube. Isso nunca, mas mesmo, nunca, deveria ter acontecido. No entanto, e apesar de já estarmos com grande atraso perante o nosso grande rival (e não estou a falar do número de pontos), ainda é tempo de remediar o que está errado. E Jesus não pode continuar a ser o treinador do Benfica. Nem mais um dia. Está mais do que provado, de que o seu ciclo no clube terminou. Para aqueles que começaram a pensar isto, depois da derrota com o Marítimo, tenho que dizer que não vivem o Benfica como deveriam. Vivem o clube como Vieira quer que vocês vivam. Este pensamento seguidista tem que acabar de uma vez por todas. É preciso ser frio e racional por mais que isso nos custe. O dinheiro que o Benfica teria que pagar para Jesus saír, nesta altura não deveria ser o maior obstáculo a sua saída, como sei que é o caso. Porquê? Porque a sua permanência poderá custar ainda muito mais caro ao clube. Segurar Jesus perante tudo o que o Benfica está a viver neste momento, seria não apenas um erro. Seria um absurdo. Mas quem no seu perfeito juízo quer um Benfica à imagem deste treinador, secundado por quem o dirige? É isto que os benfiquistas querem, um clube vazio na sua honra, um clube perdedor? Um clube que personifica a arrogância e os egos em vez de personificar a humildade e a sede de vencer? Isto não é o Benfica. Isto é apenas uma cópia que por sua vez é falsificada do que outrora representou o glorioso Benfica. Que se distinguia pela competência. Pela altivez. Atributos que não pertencem a Jesus.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Mais uma prova de incompetência...



A novela Jesus arrastou-se demasiado tempo e a decisão de renovar o seu contracto a meu ver foi errada. Jesus não tem condições para continuar. Conseguiu elevar o clube a um outro patamar, não o nego, mas já não consegue dar o passo seguinte. Era tempo de mudar... Agora a novela Cardozo é mais uma evidência de como a gestão desportiva do clube é por vezes amadora. Isto tinha que ser resolvido logo após a final da taça de Portugal, para o bem ou para o mal. Não... tínhamos que deixar as coisas em banho maria e agora chegamos à uma situação quase insustentável. A cada dia que passa, o passe de Cardozo vai-se desvalorizando, pois os clubes que possam estar interessados nele, sabem que o jogador está em conflito com o clube. E sabendo disso, vão tentar tirar partido disso. E aqui, a culpa é exclusiva do Benfica. A margem de manobra reduziu-se tanto que ainda vamos ver o jogador partir por menos do que se tem falado. E ver partir Cardozo, um jogador que já está na história do clube, desta maneira, causa-me confusão, ainda que tivesse errado naquela atitude que teve para com o seu treinador. São pequenas grandes coisas onde falhamos de forma sistemática. Os resultados estão à vista.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Vieira: "Obras" versus Títulos

O reinado de Vieira vai longo e é comum dizer-se entre os benfiquistas que quando este chegou ao clube tínhamos as pedras da calçada. Ou que foi ele que nos salvou das garras de Vale e Azevedo, quando foi Vilarinho que o fez. Aliás o fantasma Vale e Azevedo é um argumento muitas vezes utilizado para defender a permanência do actual presidente. A verdade é que a presidência de Vieira tem-se divido entre duas coisas: as "obras" feitas e a falta de títulos relevantes no que toca ao futebol.

No que toca às "obras", foi sobre a sua tutela que se acabou o novo estádio da Luz, mas não foi ele que iniciou esse projecto. Uma obra relevante e que nos orgulha a todos, mas que apesar de merecer elogios, não é nada de outro mundo, quando os nossos dois outros rivais, também tiveram estádios novos. A construção do centro de estágio do Seixal, foi de facto uma grande iniciativa por parte de Vieira. O clube, nomeadamente a sua direcção técnica e jogadores, deixaram de ter a casa às costas e passaram a ter um local privilegiado onde podem treinar e onde a formação pode ser potenciada. Um grande mérito e algo que efectivamente nos faltava. A Benfica TV foi uma plataforma que permitiu ao clube estar mais perto dos sócios, uma acção inédita em Portugal e que nos dias de hoje nos permite a transmissão dos jogos do clube em casa, bem como a transmissão de outros campeonatos como o inglês ou brasileiro. Por outras palavras, significou o rompimento com a Olivedesportos, algo a que os benfiquistas a muito ansiavam. O acompanhamento das modalidades passou também a ser possível para os adeptos que não podem ter acesso aos jogos em Lisboa. A fundação Benfica, foi um projecto bem pensado e que valoriza alguns dos lemas deste clube. Não esquecer quem nos fez bem e ajudar quem mais necessita. E por fim o museu Cosme Damião, é uma "obra" que engrandece a nossa história, um espaço que faltava para que os benfiquistas e não só tivessem a possibilidade de revisitar a história do clube. Tudo isto merece o meu elogio e tudo isto são pontos positivos na era Vieira, pontos a favor no seu reinado.

Mas a nível desportivo, as coisas são muito diferentes. Desde que chegou ao clube, Vieira fez muitas promessas e poucas foram cumpridas. "Teremos a coluna vertebral do futuro campeão europeu", "o Benfica será mais forte que o Real Madrid", "ninguém terá tanto sucesso em Portugal como o Benfica", "se não chegar aos 300 mil sócios em 2008, demito-me", são alguns dos exemplos, mas muitos mais poderiam ser evocados. O que se tem visto sobre a gestão de Vieira é um Benfica completamente desorganizado desportivamente, orfão de um planeamento que permita ao clube ter sucesso. Entrada excessiva de jogadores todos os anos, estratégias erradas durante todas as épocas no que toca a combater os constantes ataques de que somos alvos, inúmeras reorganizações internas que produzem poucos resultados, apoios a figuras ligadas ao sistema, como Fernando Gomes ou Valentim Loureiro. O Benfica com excepção dos 2 campeonatos ganhos em 11 anos, tem sido um barco à deriva e tem perdido terreno época após época para o rival do norte. As constantes desculpabilizações dos insucessos, a falta de exigência reinante entre os sócios, o pensar-se o clube mais como uma empresa do que como um clube desportivo, explicam isso, mas é preciso dizê-lo com todas as letras. A principal causa para a falta de títulos relevantes (abro um parêntesis para falar do sistema que existe, mas que é uma sombra que nós mesmos nos encarregamos de alimentar, por vezes), tem sido a incompetência a todos os níveis. E essa incompetência, essa falta de títulos é disfarçada por aquilo que comecei a falar, as "obras" de Vieira. Poderá separar-se uma coisa da outra?

Eu avalio as coisas globalmente. Eu sou o tipo de sócio que dá importância ao que de bom vai sendo feito em termos de espólio benfiquista, mas que acima de tudo, dá importância a uma coisa: títulos. Consigo observar o que de bom foi feito, mas salta-me à vista aquilo que poderíamos ter sido se fossemos um clube bem gerido desportivamente. E aí meus caros amigos, sabe-me a pouco. Aí Vieira não tem nocão do que está a fazer e é tempo dos sócios pararem de o avaliar apenas por aquilo que tem sido feito, vamos dizer, fora de campo. É tempo dos sócios avaliarem o seu presidente por aquilo que ele não tem sido capaz de fazer no que toca a tornar o Benfica um clube ainda mais forte. E um grande clube, torna-se mais forte, deixa marcas para as gerações futuras se viver de conquistas. É assim que se constroi e se mantém a mística de um clube. É tempo de parar com os fantasmas do passado, de parar de pensar que a melhor solução possível para o Benfica é Vieira. É tempo de abrir os horizontes, avaliar o bom e o mau e tirar uma conclusão por ambas as coisas. Não apenas relevar o bom e esquecer o mau. E aí, Vieira a meu ver, deixa a desejar. Porque no dia, e chegamos já a esse dia, em que os benfiquistas se contentam por estarem na luta, por estarem nas decisões, é o dia onde algo terá que ser feito para se mudar a mentalidade. Ao Benfica só existe um destino, vencer. E quando vence, não dormir à sombra da bananeira sobre o êxito alcançado. E quando não vence, não atirar as culpas para os outros, quando é dentro de portas que temos que primeiro fazer a diferença.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Que Luís Filipe Vieira vamos ter nesta época?


É uma pergunta retórica atenção, já sei a resposta. Ainda assim, vou fazer-me de inocente... Que Luís Filipe Vieira vamos ter nesta nova época? Mais do mesmo? Mais discursos populistas e demagogos, mais promessas vãs e sem sentido, mais areia para os olhos dos adeptos? Saberá proteger a equipa quando ela assim o precisar? Saberá defender o clube dos ataques orquestrados dos de sempre? Será que nos momentos cruciais, vai saber estar ao lado do plantel, em vez de estar em viagens por esse mundo fora? Será que vai saber domesticar Jesus e protegê-lo do seu ego? Será que vai dar ao treinador todas as condições para este ter sucesso? Será que vai aparecer quase exclusivamente no momento das vitórias e desaparecer nos momentos das derrotas? Depois de 11 anos será mesmo difícil saber a resposta a todas estas questões? O maior cego é aquele que não quer ver.

Não nego as coisas positivas que Vieira tem feito dentro do Benfica. Tem méritos e são indiscutíveis. O rompimento com a Olivedesportos e a transmissão dos jogos do clube em casa, na Benfica TV foi um acto inovador e que revelou astúcia muitas vezes anteriormente perdida. Isto apenas para dar um exemplo. Mas do que vive um clube como o Benfica? O que fica marcado nas gerações futuras? O que fica verdadeiramente na história? O que fomenta a mística de um clube que se diz grande? Títulos. Conquistas. E nesse aspecto a presidência de Vieira tem sido um fracasso no que ao futebol diz respeito. É preciso dizer as coisas, como elas são. Primeiro era o mandato da credibilização, depois o mandato da recuperação financeira, agora o mandato desportivo... é preciso dar tempo... Roma não se fez num dia... os títulos virão naturalmente, muitos afirmam com a boca cheia...

Meus amigos, os títulos, para quem não sabe não aparecem naturalmente. Aparecem pela competência. Aparecem pelo trabalho bem efectuado dentro de campo e fora dele (ainda mais num campeonato com as particularidades do nosso). Os titulos são fruto de todo um planeamento desportivo que começa muito antes do presente em que vivemos. E a gestão desportiva do plantel, a forma como constantemente se cometem erros, torna tudo mais difícil e afasta o clube do seu lugar por direito. Porquê agora iria mudar? O que alguém me poderá dizer que me faça pensar que estamos no caminho certo a nível desportivo? Que argumentos têm para me dar que me convençam de que agora é que é?

Lanço o desafio, quem quiser responder que responda.

domingo, 30 de junho de 2013

Vieira e as suas viagens...

Não percebo. Um presidente de um clube como o Benfica precisa estar presente nos momentos decisivos. Pelo menos isso. Na época transacta, quando recebemos o Estoril em casa, num jogo crucial, o estádio estava cheio, mas onde estava Luís Filipe Vieira? No Brasil. A figura máxima do clube, numa altura onde se discutia o campeonato, onde mais do que nunca se pedia o acompanhamento à equipa, resolve viajar até ao outro lado do atlântico, deixando o Benfica entregue à sua sorte. Um barco sem marinheiro, normalmente anda à deriva, costuma-se dizer... Foi por causa disso que empatamos esse jogo? Não. Mas exigia-se que estivesse na Luz e fizesse sentir a sua liderança perante o treinador e perante o plantel. Estes pequenos pormenores, é onde Vieira continua a falhar. Estes pequenos pormenores muitas vezes define a fronteira entre a vitória e a derrota. Mas muita gente prefere deixar de pensar nisso, porque o senhor presidente tirou o clube das pedras da calçada... porque sem ele não teríamos hoje um Benfica competitivo.

O Benfica recentemente perdeu o campeonato de Futsal para o Sporting. Num jogo fulcral, realizado num dos pavilhões da Luz, onde estava Vieira? Brasil. Mas desta vez foi assinar um protocolo de cooperação com o Curitiba, esse grande clube de terras de vera cruz. Esse acordo, não podia esperar mais uns dias, marcando o presidente presença no pavilhão, naquela que para ele é uma das modalidades que lhe é mais querida? Onde andava o presidente do Sporting?  Malvado seja eu, a falar do presidente do Sporting. Mas deu o exemplo, naquele dia não podia estar em outro lugar senão ali, passando confiança aos seus atletas, personificando na sua liderança o que deve ser também, um presidente de um clube. Vieira continua a atirar areia para os ollhos dos benfiquistas, mas estes em vez de sacudir essa areia, vão dizendo obrigado, estava mesmo a precisar de sentir os olhos irritados...

P.S. Há que elogiar o que está a ser feito com a Benfica TV. O rompimento com a Olivedesportos e a afirmação do canal do clube a transmitir os jogos da sua equipa em casa é um marco histórico e que dá uma machadada dura à empresa de  Joaquim Oliveira. Se juntarmos isto, à transmissão da liga inglesa, poderemos aferir que é o momento certo para a Benfica TV passar a ser um canal de subscrição. Os conteúdos serão interessantes e faço um apelo para que os benfiquistas, os que puderem pelo menos, que adiram, se ainda não o fizeram, à esta iniciativa, pois com ela estamos a tornar o Benfica mais forte. Estamos a ser pioneiros com estas acções, nenhum outro clube do mundo, pode orgulhar-se de poder dizer o mesmo.